Cientistas descobrem cérebro em conservadores

Diretamente de Wellington para a Agência T2, São Paulo.

Cérebro Homer Simpson

Uma equipe de cientistas pesquisadores da Universidade de Wellington, Nova Zelândia, fez uma descoberta que chocou a comunidade científica: ao contrário do que se pensava há séculos, conservadores têm cérebros.

“Suas opiniões eram tão ridículas e suas justificativas, tão infantis que nunca nos demos o trabalho de procurar por algo intelectualmente relevante nesses animais. Simplesmente deduzimos que sua caixa craniana fosse vazia”, explica o doutor Phil Thomassen, neurobiólogo chefe da equipe. A descoberta só foi possível porque um dos animais observados conseguiu distinguir a esquerda da direita, o que chamou a atenção de um dos pesquisadores. “Percebemos que um deles havia feito corretamente a distinção entre esquerda e direita e supusemos que deveria haver alguma espécie de órgão razoavelmente desenvolvido capaz de proporcionar essa construção lógica elementar”, conta Gary Reeves, biólogo inglês que participou do projeto desde o início.

Duas subespécies humanas foram analisadas: Jairum bolsonarensis e Marcu felicianus. Apesar de toda a tecnologia disponível atualmente, os experimentos em laboratório exigiram muita paciência e atenção dos pesquisadores. “Fizemos dezenas de tomografias computadorizadas do crânio desses animais, mas demoramos a perceber seu cérebro devido a seu tamanho reduzido. Foi preciso ampliar a imagem em 12 vezes para que pudéssemos constatar que, de fato, eles têm uma estrutura cerebral”, afirma Reeves.

Para Thomassen, este é apenas o começo de uma nova e promissora linha de pesquisa. “Queremos descobrir mais sobre a constituição física de seu cérebro. É preciso confirmar se o órgão é parecido com o de seres humanos normais ou se passa por um processo de formação diferente durante a fase fetal. O ideal seria que também obtivéssemos um entendimento, quão mínimo fosse, do pensamento dessa subespécie, algo deveras dificultado pela considerável rudimentaridade de raciocínio associada ao conservadorismo”.

Com apoio e financiamento do governo local, foi organizada uma força-tarefa acadêmica internacional para ajudar na pesquisa na medida do possível. Os envolvidos esperam ansiosamente a chegada de Martha Foutère, neurologista francesa que deverá pousar em solo neo-zelandês ainda nesta semana. “Martha é especialista em hipofunção cerebral e realizou pesquisas inovadoras sobre retardamento mental em crianças. Seus conhecimentos sobre intelectos pouco desenvolvidos serão muito bem-vindos”, revela Thomassen.

Apesar das dificuldades, a equipe se mantém otimista: os cientistas acreditam que talvez haja uma possibilidade, ainda que remota, de aumentar o Q.I. dos conservadores. Segundo eles, tudo dependerá do quanto esses animais conseguirão apreender da realidade que os circunda. “É pouco provável, mas pensamos que seja possível, com anos de treinamento, elevar seu nível mental ao de uma criança de 5 anos”, confirma Reeves.

 

© 3/4 de Janeiro de 2016, por Klaus die Weizerbüken. Cópia permitida mediante crédito ao autor e ligação ao blogue. Note que a notícia acima é fictícia e foi escrita com propósitos cômicos. Qualquer relação com a realidade, incluindo os nomes citados, é mera coincidência.

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~ por Klaus die Weizerbüken em 14/01/2016.

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