Frases – Brasil (1)

O Brasil é um dos poucos países que tinham tudo para ser, mas não foram. E ressalto o passado (“tinham”, “foram”) porque creio já termos passado do ponto de mudança. Não há mais volta. Ignorância e desonestidade fazem parte da cultura brasileira. Quando conceitos ou valores se enraízam numa sociedade a ponto de se tornarem itens culturais, não há maneira de voltar atrás.

© 2010/26 de Novembro de 2014, por Klaus die Weizerbüken (a cópia não-autorizada desta frase pode resultar em pena de morte).

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~ por Klaus die Weizerbüken em 07/12/2014.

4 Respostas to “Frases – Brasil (1)”

  1. Olavo de Carvalho :

    O Brasil, de dentro e de perto, é o horror, a depressão, o nojo, a raiva impotente.
    De longe, é só tristeza e pena. É mais fácil de agüentar.

    Ernesto Ribeiro :

    A classe dominante brasileira não é uma elite, é uma ESCÓRIA. São sempre os piores psicopatas no poder. Em qualquer posição de poder. Quanto mais merda o canalha faz, mais ele é promovido. Quanto mais abominável, mais idolatrado. É a lógica do país esgoto. A bosta mais podre é a que mais bóia por cima de todas.

    O fato de termos universidades como esta em que um estudante foi marcado como gado, com um ferro quente, em uma festa da faculdade, fala por si: a mentalidade do domínio de um brasileiro rebaixando outro brasileiro á condição animal escravo é a do ódio ao seu colega, ódio ao seu semelhante, porque é da natureza do Mal odiar a si mesmo. O Mal Absoluto é sempre auto-destrutivo. E o Brasil sempre foi uma sociedade auto-destrutiva.

    Isso é o resultado de um país criado para ser apenas explorado, roubado, dilapidado, destruído. Um povo formado para ser escravizado, humilhado, esfomeado, estuprado e morto. Foi isso que o religioso, cristão e católico Império Português enviou pra cá: os piores elementos da sociedade determinaram a formação do povo brasileiro. Só vieram psicopatas com as piores intenções possíveis.

    “Ninguém veio aqui para somar.” como disse Rogério Big Brother.

    O primeiro auditor fiscal dessa colônia era um corrupto condenado com dezenas de processos. Ele e outros criminosos condenados podiam escolher: ficavam apodrecendo nos calabouços ou vinham para a selva tropical fazer uma nação chamada Brasil.

    Tanto que as primeiras mulheres européias a descerem para cá eram prostitutas contratadas pela coroa portuguesa para garantir a perpetuação da raça branca nessa terra de índios. Eis porque o MAU-CARATISMO se confundiu com a PROFISSÃO DA MÃE: daí porque se criou a má-fama e o preconceito de que “TODO BRASILEIRO NO PODER É UM FILHO DA PUTA.”

  2. Brasileiro é NAZISTA demais.

    Holocausto Brasileiro – Vida, Genocídio e 60 Mil Mortes no Maior Hospício do Brasil

    Neste livro-reportagem fundamental, a premiada jornalista Daniela Arbex resgata do esquecimento um dos capítulos mais macabros da nossa história: a barbárie e a desumanidade praticadas, durante a maior parte do século XX, no maior hospício do Brasil, conhecido por Colônia, situado na cidade mineira de Barbacena. Ao fazê-lo, a autora traz à luz um genocídio cometido, sistematicamente, pelo Estado brasileiro, com a conivência de médicos, funcionários e também da população, pois nenhuma violação dos direitos humanos mais básicos se sustenta por tanto tempo sem a omissão da sociedade.

    Pelo menos 60 mil pessoas morreram entre os muros da Colônia. Em sua maioria, haviam sido internadas à força. Cerca de 70% não tinham diagnóstico de doença mental. Eram epiléticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, gente que se rebelava ou que se tornara incômoda para alguém com mais poder. Eram meninas grávidas violentadas por seus patrões, esposas confinadas para que o marido pudesse morar com a amante, filhas de fazendeiros que perderam a virgindade antes do casamento, homens e mulheres que haviam extraviado seus documentos. Alguns eram apenas tímidos. Pelo menos 33 eram crianças.

    http://www.saraiva.com.br/holocausto-brasileiro-vida-genocidio-e-60-mil-mortes-no-maior-hospicio-do-brasil-4896352.html

    “Milhares de mulheres e homens sujos, de cabelos desgrenhados e corpos esquálidos cercaram os jornalistas. (…) Os homens vestiam uniformes esfarrapados, tinham as cabeças raspadas e pés descalços. Muitos, porém, estavam nus. Luiz Alfredo viu um deles se agachar e beber água do esgoto que jorrava sobre o pátio. Nas banheiras coletivas havia fezes e urina no lugar de água. Ainda no pátio, ele presenciou o momento em que carnes eram cortadas no chão. O cheiro era detestável, assim como o ambiente, pois os urubus espreitavam a todo instante”.

    Fotos:

    http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/mg/2013-07-12/holocausto-brasileiro-60-mil-morreram-em-manicomio-de-minas-gerais.html

  3. Eu nunca curti samba, futebol, carnaval. DESPREZO o povo brasileiro como o povinho de merda que fez um país de merda. ODEIO a falta de caráter típica dos brasileiros e o mau-caráter típico dos governantes brasileiros. É de tijolos que se faz uma casa. E o Brasil é uma favela de bosta. Tenho orgulho de não fazer parte dessa construção podre. Aliás, dessa farsa. Pois TUDO nesse país é de mentirinha: as leis, as estradas, o asfalto, as calçadas, as construções, as relações entre as pessoas. Ô povinho falso mais vagabundo…

  4. Quando me pedem para resumir o BRASIL em uma só palavra, eu digo: DESUMANO.

    Esse inferno tropical é o Reino do Mal.

    Um país abominável, dominado por uma casta de criminosos psicopatas mafiosos escravocratas que tratam seu próprio povo como merda e abandonam seus habitantes para morrer de fome desde crianças, não inspira outra coisa além de repugnância, desprezo e ódio.

    TODA a História do Brasil dá vontade de vomitar. Esse país-esgoto atrai todos os excrementos do planeta.

    Eis aí mais um episódio típico na História da Maior Nação Católica do Mundo:

    http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-casamento-do-nazismo-com-a-escravidao-no-brasil-por-marcos-sacramento/

    A história do país é cheia de episódios indigestos, que não viram enredo de escolas de samba ou pretexto para as aventuras da Glória Maria no Globo Repórter.

    Mas uma vez ou outra surge um filme documentário para invocar fantasmas do passado, como

    Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil,

    de Belisario Franca, lançado em 2016 julho e exibido em Florianópolis, Niterói, Rio de Janeiro, Santos e Vitória.

    Baseado na tese de doutorado do historiador Sidney Aguilar Filho pela Unicamp, o trabalho conta a história de 50 crianças órfãs levadas do Educandário Romão de Mattos Duarte, no Rio de Janeiro, para uma propriedade rural no interior de São Paulo, onde foram submetidas a trabalho escravo.

    O traslado sinistro ocorreu nos primeiros anos da década de 1930. Iludidos com a promessa de que iriam viver em um lugar melhor onde poderiam brincar e estudar livremente, os meninos, a maioria negros, foram levados de trem para a fazenda Cruzeiro do Sul, em Campina do Monte Alegre, pertencente à rica e influente família Rocha Miranda.

    Alguns membros dessa família, segundo o documentário, nutriam simpatia pelas idéias de Adolf Hitler e participavam da Ação Integralista Brasileira (AIB), movimento de extrema-direita liderado por Plínio Salgado com fortes influências do fascismo italiano.

    Apesar de soar absurdo hoje, tal alinhamento não era uma degenerescência entre as elites brasileiras numa época em que as teorias de eugenia estavam entranhadas na sociedade.

    (TODA a classe dominante brasileira é uma degenerescência da Humanidade.

    Tudo o que há de mais abominável está entranhado na sociedade brasileira.)

    Eram os primeiros anos do governo Vargas, com inspirações fascistas e laços estreitos com a Alemanha nazista. A seção do partido Nacional Socialista mantida no país era considerada a maior fora da Europa.

    Foram justamente os laços dos Rocha Miranda com o nazismo que levaram Aguilar aos meninos escravizados. Em 1998, ao dar uma aula de História para uma turma de ensino médio, o professor foi interpelado por uma aluna que falou de uns tijolos com desenhos de suásticas encontrados em um casarão abandonado na fazenda da família.

    Aguilar ficou intrigado com a história e foi a campo em busca de mais informações até que descobriu a história dos meninos retirados do orfanato. Para a maioria deles, a liberdade só chegou em 1942, quando o Brasil cortou relações com a Alemanha e os símbolos nazistas passaram a ser proibidos.

    Bandeiras e documentos foram destruídos. O gado de raça, marcado com suásticas, foi desprezado pelo mercado e deixado no pasto até envelhecer.

    O senhor Aloysio da Silva, o “Menino 23” , é um dos dois únicos órfãos entrevistados no documentário. Segundo lembra, certo dia eles foram reunidos sem explicações e em seguida liberados da fazenda.

    Abandonados à própria sorte, seguiram sem rumo pela linha do trem.

    Houve quem se perdesse pelas ruas ou sucumbisse ao alcoolismo. Os mais sortudos conseguiram subempregos. Era a repetição em menor escala do que acontecera 50 anos antes, quando os negros saíram da escravidão sem receber a mínima assistência do Estado.

    O povo brasileiro SEMPRE é abandonado à própria sorte. Ou ao azar. E há 500 anos segue sem rumo pela linha do trem.

    Para morrer atropelado.

    Esta história é o perfeito resumo do Brasil: um país cujos poderosos destroem vidas desde a infância, com o povo indefeso e desamparado, de crianças sem pais, sem educação e sem nome, enganadas com falsas promessas de uma vida digna, forçadas a trabalhar em vez de estudarem, exploradas desde a mais tenra idade, escravizadas e torturadas, e depois de serem explorados á exaustão, os trabalhadores brasileiros são abandonados para morrerem ou serem marginais.

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