Sobre o Novo e Revolucionário Sistema de Contra-ataque à Tendência Geral Globalizada

Boa tarde. Como é do conhecimento de todos, e claramente não os subestimo, estamos em meio a uma maré de má sorte. Brutos dali, brutos daqui, uma brutalidade só. Seja no mundo dos negócios, no mundo das leis, no mundo da ciência. Eles estão em todos os lugares. Eles, juntos com os “novos líderes de cobrança mundial”, têm mostrado agilidade e frieza nas negociações, competência e discernimento nas escolhas. Sob o lema “benevolência zero, sou mais o que quero”, Eles tomaram conta do mundo. Impuseram aquele velho sistema que já estamos até acostumados a viver, o famigerado american way of life. Sem dó nem piedade, atacam. Avançam. Tenha medo deles. É isso que Eles querem. É isso que os alimenta. Claro, como todos têm receio de ir contra aquilo que é tendência, ninguém fala um “A”. Nenhum alguém abre a boca senão para concordar irracionalmente: “sim, senhor.”. É por isso que está como está. Mas pobres tolos. Mal sabem Eles que alguns lugares deste planeta já se libertaram. Sim, não há mais opressão lá ! Por quê ? Porque adotaram o revolucionário sistema de contra-ataque à tendência geral globalizada, um caminho alternativo para aqueles que se cansaram do jeito que vivem. É nada mais, nada menos que o Capitalismo Moderado de Existência, sistema este já aceito em algumas repúblicas da Micronésia e em metade da ilha de Ascenção (a outra metade ainda vive no século 14). Nada a mais vos posso revelar, exceto que em breve será publicada, em vários fascículos, a grande consagrada obra sobre esse sistema, começando por alguns excertos do Postulado de Büken, o conjunto de normas desse modelo alternativo de Economia e Política, contido no livro Manifesto Satissiano (ou Manifesto de Satis), que é a bíblia do assunto. Aguardem pacientemente, valerá a pena.

 

© Junho de 2009 por Klaus die Weizerbüken (a cópia não-autorizada deste texto pode resultar em pena de morte)

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~ por Klaus die Weizerbüken em 20/06/2009.

7 Respostas to “Sobre o Novo e Revolucionário Sistema de Contra-ataque à Tendência Geral Globalizada”

  1. Sim,senhor.

  2. Desta maneira, a crescente influência da mídia não pode mais se dissociar das formas de ação. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a competitividade nas transações comerciais garante a contribuição de um grupo importante na determinação do investimento em reciclagem técnica.
    Tudo isso detem da grande massa de espermateozóides que ficam por este mundo a fora.
    haha, ..
    té mais pequeno amigo e grandioso homem

  3. Como sempre, escrevendo e argumentando muito bem.

  4. Muito obrigado caro amigo que tanto o prezo, me espelho em você e em meu fã Michael Jackson, que Deus o tenha.

  5. Obs: Michael é meu fã

  6. Capitalismo moderado? Não quero te ofender, mas não concordo com esta visão.Que eu saiba o mercado pode muito bem se desenvolver a partir da troca honesta de bens ou serviços por dinheiro. Mas tu acha mesmo que o estado deve entrar como intermediário parasita e tirar parte do lucro deste empresário só para alimentar a um bando de parasitas que não trabalha? E o pior de tudo, um empresário honesto ter limites para enriquecer, é isso que eu entendi?

    • Não se preocupe, não me ofendeu. Gosto de comentários sensatos e o seu foi bem articulado. Bem, respondendo a ele, sinceramente não sei como você entendeu alguma coisa deste texto. É puro lero-lero político-econômico que, na verdade, não quer dizer nada e ainda conta com uma pitada de humor nonsense. Todavia, o conceito de Capitalismo Moderado de Existência é bem real e eu me considero um praticante dele. Seria mais ou menos assim: comprar o que é necessário, apenas. Gastar dinheiro por necessidade, não por uma vontade subconsciente imposta pela mídia e pelos governos nem por status social. Ou seja, consumismo controlado, que é bem o contrário do que se vê hoje em dia. Logo, admito que o abandono do dinheiro como forma de “troca”, neste estágio da evolução político-monetária, é, praticamente, impossível. Não tem como voltarmos à época do escambo, ou seja, você me dá uma galinha e eu dou a você 10 folhas de alface. Basicamente, o que prega o CME é isso, nada muito além, a não ser os conceitos óbvios de respeito, honestidade, igualdade, fraternidade e liberdade (o lema iluminista + algumas coisinhas). Continuando a resposta, não disse em nenhum momento que o Estado deve intermediar nesse processo financeiro. Isso deveria vir das pessoas, não tem nada a ver com governantes ou sistemas de governo. Ninguém tem de alimentar “um bando de parasitas que não trabalha”; eles é que se virem para conseguirem o que querem, desde que seja de forma honesta. Por falar em honestidade, onde foi que você viu empresário honesto ? Ainda estou para ver um, a não ser que você esteja se referindo àqueles empresários de micro ou pequenos negócios que vão mal das pernas e sofrem para sustentar suas famílias. Empresário RICO E HONESTO eu nunca vi. Pode parecer exagero da minha parte, mas o dinheiro é MUITO poderoso. Ele muda as pessoas, meu caro. Uma pessoa pode ser proba da ponta do fio de cabelo à ponta do dedão do pé, mas, com milhões de dólares na mão, essa probidade toda se esvai em alguns instantes. Além disso, não deveria haver limites para enriquecer (assim como não deveria haver limites para empobrecer), mas há de se convir que qualquer um que tenha chegado a um patamar de riqueza exorbitante não chegou ali dizendo “por favor” e “obrigado” nem ajudando velhinhas a atravessar a rua. Caso não tenha sido claro, repito de forma mais simples e direta: muito rico = muito desonesto. Essa equação não é verdadeira em alguns países, nos quais a qualidade de vida, em geral, é extremamente satisfatória, mas no Brasil, a situação é outra, está bem longe disso. Outra coisa: uma pessoa deveras abastada faria de tudo para não perder seu precioso dinheirinho. A grande questão é: até que ponto esse instinto egocêntrico de defesa do patrimônio pessoal não oferece riscos nem prejudica outras pessoas ao seu redor ? Se o lema de vida de uma pessoa é “riqueza a qualquer custo”, “qualquer coisa para enriquecer”, “dinheiro é vida” ou qualquer coisa parecida, essa pessoa não merece meu respeito nem o da ínfima parcela trabalhadora, idônea e incorruptível da sociedade moderna, como eu.

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